Num belo dia, no infinito espaço, apareceu, por magia, a Lua e começou a aproximar-se do seu amigo e reluzente Sol.
O Sol viu a bela amiga, que não era costume ver. Virou-se e falou-lhe:
− Olá! És tu amiga Lua! Vi uma imagem tão bonita, por isso aproximei-me de ti.
− Sim, amigo Sol. Estava tão sozinha que resolvi vir procurar companhia.
O Sol, com ar admirado, perguntou-lhe:
− Ah! É tão raro ver-te!
− Sim, eu sei, mas pensei que talvez sentisses a minha falta.
− Lá isso é verdade. Sabes eu não posso adormecer. Tenho que aquecer as pessoas dia após dia. Há tanto tempo que não descanso. Acho que nem já sei o que é isso… - lamentar-se o Sol.
− Tenho uma ideia. E se eu ficasse ao pé de ti? Assim, já podias descansar um pouco? – propôs a Lua, com ar triunfante.
− Está bem. Mas como é que vamos fazer isso? – perguntou o Sol estafado.
− Então… Podemos fazer um eclipse. – disse a Lua toda satisfeita.
− Boa ideia. Mas, olha, só o podemos fazer de tempos a tempos. − declarou o Sol.
E os dois amigos assim fizeram. Alinharam-se um no outro e fizeram um eclipse Solar, proporcionando ao Sol um breve descanso, para noutros dias dar calor à Terra novamente.
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